Terça, 24 Abril 2018 05:09

Cimento, água e agregados. Essa é a composição básica do concreto. Mas para melhorar a maleabilidade e resistência do material, um quarto elemento é utilizado: aditivos. E eles são vários. A escolha varia de acordo com o resultado que se deseja obter na obra.

 

“Existem no mercado diferentes tipos, cada um com uma função específica. Dependendo da obra e da classe de agressividade que a estrutura estará sujeita, pode se utilizar um ou mais aditivos”, explica Rubens Curti, coordenador do laboratório de concreto da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

 

Entre tantas opções, qual utilizar?

 

De acordo com Curti, os aditivos redutores – também conhecidos como polifuncionais – têm sido uma escolha frequente. Eles têm a capacidade de reduzir a água da composição do concreto e melhorar sua resistência.

 

“Já os dispersantes, também conhecidos como plastificantessuperplastificantes e fluidificantes, facilitam na dispersão dos grãos de cimento, aumentando a mobilidade das partículas e, consequentemente, do próprio concreto”, pontua Antonio Domingues de Figueiredo, diretor Primeiro Secretário do Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON).

 

Há, também, os aditivos incorporadores de ar que aumentam a resistência mecânica, diminuem a segregação dos componentes e oferecem melhor acabamento. Outros tipos são: expansores, utilizados para situações que requerem preenchimento de espaço, e microssílica – que auxilia na produção de concretos de alta performance.

 

Os aditivos são indispensáveis?

 

A resposta é: depende do caso. Segundo Curti, “atualmente não se faz um bom e econômico concreto sem a utilização do aditivo”.

 

Figueiredo compartilha da mesma opinião, ao afirmar que a utilização do produto é sim indispensável, principalmente para concretos projetados por via úmida. “Na composição desse tipo de concreto é utilizado um aditivo acelerador de pega e endurecimento, responsável pelo rápido ganho de coesão do concreto e que torna possível produzir os revestimentos com concreto projetado”, completa.

 

Entretanto, na visão dos dois especialistas, a ausência do aditivo não implica em um concreto menos resistente. Porém, o consumo do concreto será maior, encarecendo a obra. “A resistência e a durabilidade estão vinculadas à relação água/cimento”, finaliza o profissional do IBRACON. 

 

Redação Jornal Interativo
Terça, 24 Abril 2018 04:50

As escadas pré-moldadas de concreto são produzidas em fábricas, degrau por degrau e depois transportados e montados no local da construção ou reforma.

 

Saiba as vantagens de ter esse modelo de escada tanto em casas quanto em empresas:

 

1. Facilidade de design

O arquiteto ou o projetista faz o projeto técnico com as medidas específicas de cada degrau, para que ela se encaixe perfeitamente no ambiente desejado.

Com as imagens em mãos, estes profissionais podem personalizar detalhes como tamanho e forma junto com seus clientes. Assim, a escada pode ter o design adequado antes da produção.

 

2. Instalação rápida

As escadas pré-moldadas exigem menos tempo de instalação. Por ser mais leve que as tradicionais ganha-se tempo e valorização do imóvel.

É importante contratar uma empresa especializada neste tipo de produção. A Escadas Tessare é referência de mercado em toda Região Metropolitana de Campinas e tem as melhores soluções para estas estruturas.

 

3. Montagem facilitada

Como a escada pré-moldada é feita com um único componente, tem um design estável e não assenta ou muda como as outras escadas. Caso isso ocorra, sua unidade facilita o ajuste apenas dos blocos que a escada assenta.

 

4. Sem rachaduras ou fendas

Com um design sem junções ou fendas as escadas pré-moldadas levam vantagem sobre as tradicionais de concreto. Isso diminui a infiltração de umidade e mantém a estrutura íntegra por mais tempo.

 

5. Objeto decorativo

Muito mais do que um meio de acessar ambientes as escadas devem compor as casas e empresas com desenho diferenciado, incorporando-se à decoração.

 

Dica Escadas Tessare: planeje o visual da escada assim que começar os primeiros passos do projeto da casa, desta forma tudo estará em harmonia.

 

 

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Terça, 24 Abril 2018 04:54

Compatíveis com a geometria de qualquer projeto, podem ser usadas em obras de pequeno a grande porte

 

Escadas pré-moldadas ajudam a minimizar os transtornos provenientes da moldagem no local da obra. “Além da fácil instalação, deixam o ambiente moderno, valorizam o espaço e aceitam todo tipo de acabamento”, revela Márcio Tessare, diretor da empresa Escadas Tessare.

 

Mesmo tendo inúmeros benefícios, planejamento é fundamental. “É necessário levar em conta o ambiente – que deve ser previsto desde o início do projeto. Isso evita que a escada fique em um local improvisado”, diz Paulo Pereira, designer de interiores. Além disso, é feita uma medição no local e, posteriormente, um desenho em 3D da escada. Esse detalhe é fundamental. “O cliente pode definir sua escada entre os diferentes tipos de geometrias existentes no mercado. Desta forma, elimina retrabalhos e reduz o número de etapas construtivas sem interferir na realização de outros serviços”, completa Paulo.

 

Além da fácil instalação, deixam o ambiente moderno, valorizam o espaço e aceitam todo tipo de acabamento

 

 

GEOMETRIAS

 

As formas mais comuns são: caracol, J, L, U, reta e jacaré. As retas são mais usadas em edifícios, pois permitem transportar elementos de volumes maiores. Já nas residências a tipo caracol é uma das mais pedidas, pois ocupa um espaço reduzido no ambiente.

 

“As medidas de escadas de edifícios atendem às normas do Corpo de Bombeiros. Geralmente a medida mínima é de 1,20 m de largura para edifícios e 0,85m para residências unifamiliares”, explica Andréa Ferreira, engenheira da M3SP. Grandes projetos optam pelas escadas de concreto, pois fica mais em conta. “É possível chegar mais facilmente à forma desejada, além de repetir o mesmo modelo ao longo de todo o projeto. Isso otimiza o uso das formas”, diz Fernando Scotte, sócio-diretor da empresa F2R Engenharia.

 

Veja modelos e especificações:

 

Caracol: para ambientes reduzidos e com diversas opções de tamanho que variam de 1,20 até 2,40 de diâmetro

J: dividida em trechos de degraus em caracol e retos. Adapta-se facilmente a pequenos espaços. Vão mínimo recomendado de 2,20 x 0,70 cm

L: feita em dois trechos e vista de cima, tem um formato de L. Entre os trechos há um patamar ou degraus em leque, que permitem a mudança de direção. Vão mínimo recomendado 2,40 x 0,70 cm

U: feita em dois trechos em sentidos contrários. Entre os trechos há um patamar com o dobro da largura dos degraus que é dividido em leques. Vão mínimo recomendado 1,45 x 1,45 cm

Reta: feita com um único lance reto. Vão mínimo recomendado de 3 x 0,70 cm

Jacaré: tem este nome, pois os dentes da viga de sustentação remetem à cauda de um jacaré. Este modelo de escada é composto por duas vigas denteadas ou vigas jacaré, degraus em “L”, patamares pré-moldados, peças de apoio do patamar e peças complementares de ajuste. Elas podem ser usadas em ambientes externos e internos de residências e comércios

 

VARIEDADE DE MATÉRIA-PRIMA

 

As opções atendem todos os gostos, necessidades e bolsos. As escadas podem ser feitas em madeira, ferro, vidro, aço inox, alumínio, concreto ou concreto armado. “A diferença entre as escadas de concreto e concreto armado está no material utilizado para confecção. A primeira é feita com um material composto de mistura de cimento, agregado miúdo, agregado graúdo, água e adensado para não reter ar. Já a segunda contém uma trama de barras de aço, projetada para que o aço e o concreto trabalhem de forma conjunta através da aderência”, explica Paulo.

 

Somente as escadas de concreto são feitas em formas – normalmente de madeira ou metálicas. Os moldes são preenchidos com armaduras de aço e depois enchidos com um concreto especial de alta resistência e ultrassecagem. “Elas são mais utilizadas devido à resistência e baixa manutenção”, diz Márcio. “A manutenção para este tipo de produto praticamente não existe. O concreto tem vida útil muito longa. Só é necessário observar o material de acabamento, como a tinta ou tipo de revestimento utilizado, pois estes elementos tendem a se desgastar com o tráfego na escada”, completa Paulo.

 

INSTALAÇÃO

Os consoles ou vigas pré-moldadas são instalados juntamente com a elevação da alvenaria. As escadas geralmente são colocadas junto com a laje. Em grandes obras são içadas com um guindaste ou grua, mas isso depende de cada projeto. Como os modelos são diversos a instalação também muda, pode ser chumbada na parede, no eixo central, na caixaria para viga central entre outras.

 

CUSTO-BENEFÍCIO

“As escadas de concreto possuem o menor valor. Elas custam 25% a menos que as de ferro que, por sua vez, custam 30% a menos que as de madeira”, revela Paulo.

 

 

Terça, 24 Abril 2018 05:04

Para eliminar problemas no piso, basta seguir um passo a passo cuidadoso que envolve a aplicação de juntas de dilatação, execução de camada drenante em brita e adição de impermeabilizante à argamassa de regularização

 

O cimento queimado é prático, tem ótimo custo-benefício e prima pela versatilidade. A queima, como explica a engenheira Alessandra Lorenzetti, pesquisadora do Laboratório de Materiais de Construção Civil do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), consiste em jogar cimento em pó sobre o piso de argamassa ainda em estado fresco.

 

COMO FAZER

Embora pareça simples, todo o processo deve seguir um passo a passo cuidadoso. O acabamento cimentício pode ser aplicado tanto sobre bases recém-executadas quanto sobre contrapisos já existentes. Na primeira situação, a argamassa seca é polvilhada sobre a argamassa de regularização ainda fresca e, posteriormente, alisada com desempenadeira metálica lisa, preferencialmente nova. “As bases devem ter idade de até seis horas para o lançamento da mistura seca. Base e acabamento devem curar juntas”, orienta Paulo Michelazzo, professor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

 

A proporção indicada pelo profissional para o acabamento combina uma parte de cimento Portland branco estrutural, uma parte de pó de mármore ou pó de quartzo mais pigmento colorido em pó (pó Xadrez), adicionado até atingir o tom desejado. “A cor tende a ficar ligeiramente mais escura após a aplicação e secagem”, lembra.

 

PASSO A PASSO

 

1- Para bases existentes a primeira medida é a limpeza, livrando o contrapiso de gorduras, produtos químicos e pó.

2- Em seguida, a superfície deve receber uma nata de cimento Portland comum, adesivo PVA e água (traço 1:0,25:5 em volume). É fundamental que o contrapiso seja poroso e a aplicação do acabamento ocorra antes da secagem da nata. A massa do cimento queimado aqui é úmida: a mistura adicionada de água deve ter consistência de pasta homogênea.

3- Feito o lançamento, passa-se à regularização com desempenadeira.

4- Em ambas as situações, a recomendação é que a espessura do acabamento não ultrapasse de 2 a 3 mm.

5- O processo de cura precisa ser úmido, ou seja, é necessário prever um anteparo para a incidência dos raios solares e ventos durante as primeiras 72 horas após o lançamento.

6- Em seguida, por mais quatro dias, a superfície deve ser umedecida a cada 8 horas.

7- A superfície deve ganhar cobertura de manta geotêxtil ou sacos de estopa.

 

PROBLEMAS COMUNS NO PISO X COMO EVITÁ-LOS

 

TRINCAS – Para minimizar o aparecimento de fissuras, o recurso principal é a aplicação de juntas de dilatação, de maneira a formar panos de seção quadrada, com dimensões entre 1,5 m e 2 m, orienta Alessandra. “Após a conclusão, as juntas são praticamente imperceptíveis, formando uma malha quadriculada de pequenas linhas discretas no piso.”

 

Segundo Paulo Michelazzo, as juntas, preferencialmente de material plástico, são inseridas na base, deixando-se de 2 a 3 mm acima desta. “Outra ‘junta’ indicada são os ladrilhos hidráulicos, que podem ser aplicados formando quadros ou molduras”, diz.

 

Também deve ser dada atenção às condições climáticas no dia da execução do acabamento. Umidade relativa do ar abaixo de 40% e temperatura acima de 25ºC aumentam a probabilidade de aparecimento de trincas superficiais.

 

DESPRENDIMENTO DO ACABAMENTO – Também pode ocorrer o destacamento da camada de acabamento da base em argamassa. Evita-se o problema, respeitando as regras de aplicação do cimento queimado sobre a base recém-executada e, no caso de bases existentes, com a aplicação da nata de cimento como ponte de aderência.

 

MANCHAS – “Como a utilização de cimento queimado resulta em um piso monolítico, formado por grandes panos sem rejuntes, é recomendável ter cuidado com a formação de fissuras. Também pode ocorrer variação na coloração do piso que, em excesso, adquire o aspecto de superfície manchada em vez da aparência natural rústica esperada para o material”, aponta a engenheira Alessandra Lorenzetti, do IPT.

 

“Em todo corpo que contém cimento, a tonalidade vai variar em função do tempo de secagem. Áreas que curam mais rápido tendem a ficar mais claras, enquanto aquelas que demoram mais para secar assumem tons mais escuros. Em superfícies muito grandes, não há como unificar o processo de secagem, por isso surgem as diferenças de tonalidade”, detalha Paulo.

 

O piso feito com cimento queimado branco é um dos únicos com maior regularidade de cor. Mas é importante diferenciar essa característica natural da solução de manchas (ou esbranquiçamento) causada pela umidade proveniente do solo. A prevenção dessa patologia, diz Paulo, envolve a execução de camada drenante em brita e adição de impermeabilizante à argamassa de regularização, sempre que a base for lançada diretamente sobre o solo.

 

A solução foi utilizada na Residência M&M, de autoria do escritório paulista Bonina Arquitetura. “Trabalhar produtos autênticos reflete uma postura. Os materiais empregados nesse projeto são o que são. Não há maquiagem ou imitação. Eles são brutos, rústicos e com história em sua essência”, conta o arquiteto Mauricio Takahashi.

 

ACABAMENTO E MANUTENÇÃO

 

Para dar proteção adicional à superfície do piso de cimento queimado, Alessandra, do IPT, recomenda a aplicação de camada de resina acrílica à base de solvente e impermeabilizante para proteger o piso da ação da água. “Para a manutenção, o ideal é aplicar cera incolor regularmente”, indica Paulo.

 

 

 

Cartões aceitos